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tarimba sessions #03: instagram live
2704.0105—2020

nove


tarimba sessions #03






2704
0105—2020


voltámos às tarimba sessions, mas com algumas alterações: não foi um evento de apenas um dia, mas sim de uma semana; não explorámos apenas um tema, mas cinco; não vos recebemos no mesmo espaço, pois o nosso espaço serão as casas dos convidados.

o que se mantém? continuará a ser um evento intimista no qual falamos abertamente de temas atuais no mundo da cultura e das artes.

agentes culturais:

— fernanda andrade
curadoria

fernanda andrade, curadora do coletivo @a.toposvenice foi a nossa primeira convidada da tarimba sessions #03 live que decorreu na segunda-feira, 27 de abril, às 17:00.

fernanda andrade é curadora de arte, nascida no rio de janeiro e atualmente vive em veneza, onde fundou o coletivo curatorial internacional atoposvenice, no qual desenvolve pesquisa, organiza exposições e promove debates no cenário da arte contemporânea. graduada em história e jornalismo, fernanda concluiu um primeiro mestrado em história social e cultural pela PUC-rio, ainda no brasil, onde lecionou história e história da arte durante mais de uma década em algumas das instituições de ensino de maior prestígio no país. interessada em arte moderna e contemporânea, em 2018 mudou-se para itália, onde concluiu um segundo mestrado em prática curatorial no IED veneza. além da curadoria das exibições realizadas pela a.topos venice, fernanda atuou como assistente de curadoria do pavilhão nacional de malta na 58ª bienal de arte de veneza, em 2019.

— ricardo gonçalves

instituição 

ricardo gonçalves, jornalista do gerador, foi o nosso segundo convidado da tarimba sessions #03 live na terça-feira, 28 de abril, às 17:00.

ricardo gonçalves é natural de castelo branco, mas é em lisboa que reside e trabalha como jornalista, mais concretamente no gerador, plataforma de comunicação na área da cultura que lhe permite estar envolvido em projectos artísticos que escapam às próprias fronteiras do universo da comunicação. é licenciado em ciências da comunicação pela universidade nova de lisboa e mestre em história moderna e contemporânea pelo ISCTE. Ao longo deste tempo de itinerância – que lhe permitiu viver por um breve período em itália –, tem-se dedicado sobretudo a iniciativas de âmbito cultural, em especial nos campos da literatura, do cinema e das artes visuais.

— hugo lami
artista visual

hugo lami foi o nosso terceiro convidado da tarimba sessions #03 live de quarta-feira, 29 de abril, às 17:00.

hugo lami vive e trabalha entre londres e lisboa. o seu trabalho faz uso da história e da mitologia em contraste com a evolução tecnológica e cultural do nosso tempo. através da fusão de conceitos e objetos, hugo desloca-os no tempo abordando os possíveis futuros utópico e distópico que podem vir a tornar-se realidade. a sua arte desdobra-se em pintura, escultura, instalação multimédia, e performance.

— helena loução
cozinha

helena loução, ilustradora e designer, foi a quarta convidada da tarimba sessions #03 live de quinta-feira, 30 de abril, às 17:00.

licenciada em design de comunicação pela faculdade de bela artes da universidade de lisboa, faz ilustração e design como freelancer. no projecto criatividade ao lume, cria receitas: ajustáveis à medida e gosto de cada; vegan, por uma cozinha mais sustentável, que não apoia a exploração animal; com ingredientes 90% locais e que podem ser adquiridos a granel. a cozinha é o seu lugar preferido para pensar, criar e conversar.

— di cândido
música

di cândido foi o quinto (e último) convidado da tarimba sessions #03 live na sexta-feira, 1 de maio, às 17:00.

di cândido, é natural do rio de janeiro, mas vive e trabalha em lisboa desde 2018. baseado na produção cultural de lisboa, di cândido também é o anfitrião / dj da house of didi e da plataforma @bee_lx, que celebra a #blackqueermagic, os imigrantes e os dissidentes no sentido de festas, artes e cultura, conectando e promovendo a cultura negra e os seus artistas e colectivos (batekoo brasil, afrobapho, bixas pretas BR, lafon party, afropunk reino unido). atualmente, di está a desenvolver uma plataforma digital especial para mapear artistas, criadores e coletivos queer desenvolvidos por afrodescententes para promover a cultura queer da negritude na diáspora de portugal e de toda a europa.

agradecimentos especiais
à fernanda andrade
à atopos
ao ricardo gonçalves
ao gerador
ao hugo lami
à helena loução
à criatividade ao lume
ao di cândido
à bee lx